Cuidado: as calorias enganam (Parte 2)
QUANTO MAIS QUENTE, MELHORA regra parece ser uma proporção direta entre menos esforço para comer, mais calorias armazenadas, mais gordura na cintura. Então é sempre bom desconfiar dos rótulos de comidas cozidas ou muito macias. Richard Wrangham, antropólogo da Universidade de Harvard e autor do livro Catching Fire: How Cooking Made Us Human (ainda sem título em português, previsto para ser lançado no Brasil em fevereiro do ano que vem), publicado em maio nos EUA, afirma que o processamento e o cozimento aumentam em muito a energia da comida - em parte porque facilita a digestão.Wrangham estava preocupado em descobrir como o ato de cozinhar impulsionou a evolução humana. Entre outras coisas, percebeu que os alimentos cozidos deram mais energia aos homens pré-históricos, ajudaram na sobrevivência, na procriação e na estocagem de energia suficiente para fazer o cérebro crescer. "Na sociedade moderna, os benefícios escondidos desses alimentos cozidos - escondidos porque não são reconhecidos oficialmente pelas embalagens como fornecedores de calorias extras - faz-nos mais gordos", diz Wrangham. "Nossa comida tornou-se ainda mais processada nos últimos cem anos, mas os rótulos continuam estampando o mesmo número de calorias."Suas experiências indicaram que absorvemos 30% a 50% a mais de energia de um ovo cozido que de um ovo cru e 10% a 50% mais calorias quando comemos alimentos rígidos ou ricos em proteína cozidos. Isso acontece porque cozinhar facilita a quebra de moléculas e de nutrientes pelo organismo. Texturas macias parecem ter o mesmo efeito. "Mesmo quando as calorias são exatamente iguais, as comidas mais moles proporcionam mais ganho de peso", afirma o antropólogo. A prova é uma experiência com ratos de laboratório alimentados com comida comum e com a mesma comida, mas com a adição de ar. Os ratinhos que comeram a comida mais macia engordaram 30% a mais que os outros. Eles comeram a mesma quantidade de calorias e foram submetidos aos mesmos exercícios físicos. A única diferença foi a dificuldade na mastigação e digestão. "Ainda não existem testes para comidas específicas, mas tudo indica que a textura, aliada a diferenças sutis, como o ponto de cozimento das carnes e vegetais (malpassada ou ao ponto), faz com que o número de calorias absorvidas pelo organismo se modifique substancialmente."Até o grau de maturação das verduras e legumes e a adição de farinhas e açúcares refinados também podem modificar a digestão - e as calorias dos rótulos. Os vegetais verdes dificultam o processo, enquanto os ingredientes refinados ajudam o acúmulo de calorias no organismo. Os carboidratos complexos, como o amido contido na banana verde, necessitam de mais energia para serem digeridos. "Já massas, pães e tubérculos bem cozidos, na textura mais agradável ao paladar, são facilmente mastigados, digeridos e convertidos em glicose minutos depois de ingeridos", diz Jaime Amaya Farfan, um dos coordenadores do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa), da Universidade de Campinas (Unicamp).DISPARATE CALÓRICOSegundo o nutricionista inglês Geoffrey Livesey, o atual sistema de medição de calorias não calcula corretamente a energia utilizada para digerir proteínas e fibras - que tornariam os alimentos nos quais estão presentes menos calóricos. Veja a diferença entre o método corrente e o proposto por Livesey
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Cuidado as calorias enganam parte 3 fim
Cuidado: as calorias enganam
Rita Loiola
MADE IN USA As primeiras tabelas de calorias são invenção americana, já que Olin Atwater, aquele químico que descobriu a quantidade de quilocalorias liberada pelos alimentos, era nova-iorquino. Para poupar trabalho, passamos a usar as tabelas gringas, feitas pelos especialistas americanos, para ditar a composição dos alimentos brasileiros. O problema é que nossas frutas têm mais açúcar, nossos vegetais, mais água. E aí a quantidade final de calorias não é a mesma. Isso sem dizer que no cardápio do americano não há farinha de polvilho, coxinha ou feijão-preto.
Mesmo assim, é a partir dessas tabelas que os fabricantes de alimentos estampam o número de calorias no rótulo das embalagens. "Há dois problemas graves com os rótulos: o modo de se calcular as calorias e as tabelas que usamos", afirma Cibele Crispim, nutricionista da RGNutri Consultoria Nutricional. Quando uma indústria coloca o número de nutrientes de seu alimento na embalagem, ela não é obrigada a fazer uma análise físico-química no laboratório para descobrir de quantas proteínas, carboidratos e lipídios seu produto é composto - e, a partir daí, dizer o número total de calorias e nutrientes. A Anvisa estabelece que essa contagem pode ser feita a partir da receita, de acordo com as listas de calorias. E o sistema pode ter erros graves. "No Brasil utilizamos ao menos cinco tabelas para essa contagem, o que pode gerar discrepâncias de até 10% no final", diz a nutricionista.
Desde 1996, o Nepa coordena o projeto da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos, programa que tenta evitar as discrepâncias entre as avaliações e descobrir as calorias e nutrientes dos alimentos brasileiros. O governo federal investe no projeto. Vem dando certo: é a lista mais confiável até hoje. "O ideal seria termos uma tabela com os produtos brasileiros e uma análise precisa das receitas. Cozimento, número de fibras e outros elementos alteram o total calórico e nutricional dos alimentos que vai no rótulo", afirma Cibele.
AULA DE MATEMÁTICASe decifrar o simples número de calorias impresso nas embalagens é uma equação para matemáticos experientes, a boa notícia é que o corpo humano não é uma máquina precisa. E ele não fornece números exatos e iguais o tempo todo.
Em 2002, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) tentou se adaptar aos novos tempos. Chamou um grupo de especialistas para estudar uma mudança nos rótulos dos alimentos, levando em conta os gastos calóricos da digestão humana. Mas a conclusão foi que o custo de tal sistema não compensaria. Stephen Secor, especialista em fisiologia da digestão na Universidade de Alabama, nos EUA, e estudioso do consumo de energia durante o metabolismo animal, afirma que sempre existirão diferenças entre o que está marcado no rótulo e o que o corpo absorve. "As pessoas diferem na quantidade de energia que gastam na digestão e mesmo um novo sistema para quantificar as calorias traria os valores de gastos calóricos para a digestão inexatos. Precisaríamos de muitas experiências para chegar a um número correto", afirma.
Ou seja, uma tabela mostrando a quantidade estimada e a quantidade real de calorias que cada pessoa absorve ainda parece distante. Mas dá para não se deixar enganar pelos valores das embalagens. "Alguém que adora comida crua deve saber que está aproveitando menos calorias que o sugerido no rótulo", afirma Richard Wrangham. "E comidas superprocessadas têm mais calorias que seus equivalentes mais crus." Além disso, exercícios físicos também proporcionam mudanças importantes na absorção dos nutrientes. "Quando a alimentação é variada e há atividade física, a ingestão calórica se torna menos importante", diz Jaime Farfan.
Por enquanto, o problema persiste sem uma solução à vista. As tabelas de calorias continuarão a seguir o velho modelo implantado por Atwater no século 19. E ainda bem distantes da realidade.
EMAGREÇA COM OS FRANCESES
Há muito tempo desconfia-se de que o aumento ou diminuição do peso não é simplesmente um cálculo de calorias. Estresse, modo de vida, falta ou não de exercício físico e até qualidade do alimento podem ajudar alguém a ser obeso ou não. Daí o sucesso de dietas como a mediterrânea, japonesa ou macrobiótica. Um exemplo é o livro Mulheres Francesas não Engordam (Campus/Elsevier, 2005), escrito por Mireille Guiliano, francesa residente nos Estados Unidos. Ela diz que o segredo para não ganhar peso é gostar de comer, e sem estresse, igual aos franceses. Simples assim. "Quando alguém aprende a comer com prazer, com todos os seus sentidos - comer para viver é diferente de viver para comer -, o ato de comer transforma-se em uma experiência, e todo o nosso organismo tende a ir mais devagar, sem estresse", diz a autora, que nunca fez curso de medicina ou nutrição. "Não gosto nem de olhar para os rótulos, eles são tão ambíguos que seria necessário uma enciclopédia para entender os códigos." Por isso, ela recomenda não dar muita bola para as calorias, mas colocar bastante variedade e equilíbrio nas refeições, tomar muita água e fazer algum exercício físico. "Acredito que alguns momentos para si todos os dias ajuda no autoconhecimento, uma chave para a descoberta do que é necessário para estar saudável física e mentalmente."
Rita Loiola
MADE IN USA As primeiras tabelas de calorias são invenção americana, já que Olin Atwater, aquele químico que descobriu a quantidade de quilocalorias liberada pelos alimentos, era nova-iorquino. Para poupar trabalho, passamos a usar as tabelas gringas, feitas pelos especialistas americanos, para ditar a composição dos alimentos brasileiros. O problema é que nossas frutas têm mais açúcar, nossos vegetais, mais água. E aí a quantidade final de calorias não é a mesma. Isso sem dizer que no cardápio do americano não há farinha de polvilho, coxinha ou feijão-preto.
Mesmo assim, é a partir dessas tabelas que os fabricantes de alimentos estampam o número de calorias no rótulo das embalagens. "Há dois problemas graves com os rótulos: o modo de se calcular as calorias e as tabelas que usamos", afirma Cibele Crispim, nutricionista da RGNutri Consultoria Nutricional. Quando uma indústria coloca o número de nutrientes de seu alimento na embalagem, ela não é obrigada a fazer uma análise físico-química no laboratório para descobrir de quantas proteínas, carboidratos e lipídios seu produto é composto - e, a partir daí, dizer o número total de calorias e nutrientes. A Anvisa estabelece que essa contagem pode ser feita a partir da receita, de acordo com as listas de calorias. E o sistema pode ter erros graves. "No Brasil utilizamos ao menos cinco tabelas para essa contagem, o que pode gerar discrepâncias de até 10% no final", diz a nutricionista.
Desde 1996, o Nepa coordena o projeto da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos, programa que tenta evitar as discrepâncias entre as avaliações e descobrir as calorias e nutrientes dos alimentos brasileiros. O governo federal investe no projeto. Vem dando certo: é a lista mais confiável até hoje. "O ideal seria termos uma tabela com os produtos brasileiros e uma análise precisa das receitas. Cozimento, número de fibras e outros elementos alteram o total calórico e nutricional dos alimentos que vai no rótulo", afirma Cibele.
AULA DE MATEMÁTICASe decifrar o simples número de calorias impresso nas embalagens é uma equação para matemáticos experientes, a boa notícia é que o corpo humano não é uma máquina precisa. E ele não fornece números exatos e iguais o tempo todo.
Em 2002, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) tentou se adaptar aos novos tempos. Chamou um grupo de especialistas para estudar uma mudança nos rótulos dos alimentos, levando em conta os gastos calóricos da digestão humana. Mas a conclusão foi que o custo de tal sistema não compensaria. Stephen Secor, especialista em fisiologia da digestão na Universidade de Alabama, nos EUA, e estudioso do consumo de energia durante o metabolismo animal, afirma que sempre existirão diferenças entre o que está marcado no rótulo e o que o corpo absorve. "As pessoas diferem na quantidade de energia que gastam na digestão e mesmo um novo sistema para quantificar as calorias traria os valores de gastos calóricos para a digestão inexatos. Precisaríamos de muitas experiências para chegar a um número correto", afirma.
Ou seja, uma tabela mostrando a quantidade estimada e a quantidade real de calorias que cada pessoa absorve ainda parece distante. Mas dá para não se deixar enganar pelos valores das embalagens. "Alguém que adora comida crua deve saber que está aproveitando menos calorias que o sugerido no rótulo", afirma Richard Wrangham. "E comidas superprocessadas têm mais calorias que seus equivalentes mais crus." Além disso, exercícios físicos também proporcionam mudanças importantes na absorção dos nutrientes. "Quando a alimentação é variada e há atividade física, a ingestão calórica se torna menos importante", diz Jaime Farfan.
Por enquanto, o problema persiste sem uma solução à vista. As tabelas de calorias continuarão a seguir o velho modelo implantado por Atwater no século 19. E ainda bem distantes da realidade.
EMAGREÇA COM OS FRANCESES
Há muito tempo desconfia-se de que o aumento ou diminuição do peso não é simplesmente um cálculo de calorias. Estresse, modo de vida, falta ou não de exercício físico e até qualidade do alimento podem ajudar alguém a ser obeso ou não. Daí o sucesso de dietas como a mediterrânea, japonesa ou macrobiótica. Um exemplo é o livro Mulheres Francesas não Engordam (Campus/Elsevier, 2005), escrito por Mireille Guiliano, francesa residente nos Estados Unidos. Ela diz que o segredo para não ganhar peso é gostar de comer, e sem estresse, igual aos franceses. Simples assim. "Quando alguém aprende a comer com prazer, com todos os seus sentidos - comer para viver é diferente de viver para comer -, o ato de comer transforma-se em uma experiência, e todo o nosso organismo tende a ir mais devagar, sem estresse", diz a autora, que nunca fez curso de medicina ou nutrição. "Não gosto nem de olhar para os rótulos, eles são tão ambíguos que seria necessário uma enciclopédia para entender os códigos." Por isso, ela recomenda não dar muita bola para as calorias, mas colocar bastante variedade e equilíbrio nas refeições, tomar muita água e fazer algum exercício físico. "Acredito que alguns momentos para si todos os dias ajuda no autoconhecimento, uma chave para a descoberta do que é necessário para estar saudável física e mentalmente."
Agora vai...
Hoje estou super feliz!!! Contratei uma secretária do lar, pois eu trabalho fora... trabalho meio período. Antes eu achava que daria conta de tudo... da casa, filha adolescente, marido e trabalho...aff descobri que mal dava conta deste itens anteriores e eu ia ficando para traz. Agora acredito que vou me dedicar mais aos cuidados com dieta, excercicios e outros hábitos saudáveis. Meu marido tá me dando a maior força ele é um anjo.agora minha RA vai para frente, pois antes eu tinha que cozinhar para pessoas que não estavam de dieta e pessoas de dieta, pense no suplicio!
UM VIVA A EMPREGADA DOMÉSTICA!!!
Ps. hoje consegui fazer 1 hora de caminhada!!!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Receita do shake caseiro.
Formula desenvolvida por Lica Takagui.
Ingredientes
250g de fibra de trigo
125g de leite de soja em pó
100g de açúcar mascavo
100g de aveia em flocos
100g de gergelim com casca
75g de gérmen de trigo
50g de gelatina sem
125g de linhaça marron
25g de guaraná me pó
25g de levedo de cerveja
25g de cacau em pó
Modo de fazer
Misture todos os ingredientes guarde num pote, feche bem e mantenha na geladeira por até três meses.
Esta fórmula acelera o metabolismo se consumida duas vezes por dia, substituindo uma refeição.
Como preparar o shake
bata 2 colheres de sopa da formula com um copo de água ou leite desnatado e uma porção de fruta da sua preferência.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Dieta Desintoxicante
Depois de festas como a Páscoa, onde é muito difícil evitar os deslizes e exageros na comilança, o ideal é entrar em uma dieta para desintoxicar o organismo e voltar a dieta normal sem aqueles quilinhos a mais.
Depois de festas como a Páscoa, onde é muito difícil evitar os deslizes e exageros na comilança, o ideal é entrar em uma dieta para desintoxicar o organismo e voltar a dieta normal sem aqueles quilinhos a mais.
EXEMPLO DE DIETA DESINTOXICANTE:
realizar por 3 dias e depois retornar ao seu programa de dieta normalmente.
Primeiro dia:
Café da Manhã:
300 ml de suco de abacaxi com adoçante
1 banana média picada? ½ mamão papaia em pedaços
1 colher de sopa de aveia em flocos
1 colher de sobremesa de mel (coloque o mel e a aveia com a banana e o mamão)
Lanche da Manhã:
1 iogurte natural desnatado batido com 1 colher de sobremesa de granola
Almoço:
salada verde à vontade (alface + agrião)
1 prato de sobremesa de legumes refogados (abobrinha + vagem)
1 filé de pescada ou salmão temperado com alecrim, salsinha e cebolinha
Suco de maracujá natural com adoçante
1 fatia de melão
Lanche da Tarde:
1 xícara de chá verde
1 fatia de pão integral
2 fatias de queijo branco
Jantar:
1 prato fundo de sopa Depurativa (receita)
200 ml de suco de caju com adoçante
1 taça de gelatina diet
Lanche da Noite:
2 torradas integrais
1 colher de sobremesa de geléia da preferência.
1 xícara de chá de maçã
Segundo dia:
Café da Manhã :
1 xícara de chá de erva - doce com adoçante.
1 fatia de pão de centeio
1 fatia de presunto magro
1 fatia de queijo branco
1 pêra
Lanche da manhã:
Torrada integral
1 fatia de ricota + 1 colher de geléia qualquer sabor
200 ml de suco de abacaxi com 1 folhinha de hortelã + raspas de gengibre
Almoço:
salada de rúcula com tomate à vontade
2 colheres de sopa de arroz integral
3 colheres de sopa de cenoura no vapor
1 filé de frango com molho de laranja por cima (suco de 1 laranja com 1 colher de chá de azeite + salsinha e manjericão fresco ou desidratado)
1 fatia de melancia
200 ml de suco de acerola em polpa com adoçante
Lanche da Tarde:
1 iogurte natural desnatado com pedaços de mamão
Jantar:
Prato de salada de folhas cruas com queijo branco, temperado com molho de iogurte com hortelã
1 Prato de Sopa de sopa de legumes e verdura (incluir 2 tipos de legumes,
2 folhas verdes e talos de brócolis ou beterraba)
200 ml de suco de melão com adoçante
1 taça de gelatina diet qualquer sabor
Lanche da Noite:
2 biscoitos integrais
1 colher de chá de geléia qualquer sabor
1 xícara de chá de erva - cidreira com adoçante
Terceiro dia:
Café da Manhã:
300 ml de suco de melancia
1 torrada integral
1 fatia de queijo branco
Lanche da Manhã:
1 copo de água de coco
1 pêra
Almoço:
1 prato de salada de cenoura crua com azeite e salsinha
salada verde à vontade
1 prato de sobremesa de mandioquinha refogada com cebolinha
1 filé de carne magra com alecrim e salsinha
200 ml de suco de uva com adoçante
1 kiwi
Lanche da Tarde:
1 prato fundo de sopa de abóbora
200 ml de suco de goiaba com adoçante
1 fatia de mamão formosa
Lanche da noite:
1 xícara de chá de camomila com adoçante
1 torrada com 1 fatia de queijo branco
RECEITA SOPA DEPURATIVA
Rendimento: 1 porção (1 prato fundo)Calorias: 125 kcal Ingredientes: 1 xícara (chá) de abóbora (moranga) 1/2 xícara (chá) de agrião 1 xícara (chá) de inhame ou cará 1/2 xícara e ½ de salsão 1/2 xícara de folhas de folhas de chicória? ½ xícara de proteína de soja. 500 ml de água
Modo de Preparo:
Cozinhe todos os ingredientes por 35 minutos em panela de pressão e sirva quente.É importante que você siga estes cardápios por 3 dias consecutivos e depois volte a se alimentar normalmente.Gostou desta dieta. Caso você ainda não esteja seguindo nenhum dos nossos programas alimentares, clique aqui e saiba seu peso ideal e quais são as dietas mais adequadas para você.
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